#Os fatos revelam, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo o respeito - é apenas o que você diz."
Quantas chances de viver loucuras memoráveis a gente desperdiça com essa mania besta de pensar demais?!
Prefiro correr riscos do que me arrepender de não ter feito nada!

Eu admiro pessoas com facilidade de mudar, de desapegar, que deixam pra trás tudo que já não serve mais, ou o que deixo de significar algo. Eu particularmente não consigo deixar ir, estou sempre tentando outra vez, continuando a mesma história, apegada ao passado, as vezes eu só queria uma pequena dose de desapego

Digamos que sou de tudo um pouco. Sou doce e amarga, sou tristeza e alegria, sou lágrimas e sorrisos. Sou falante e as vezes curta nas respostas. Sou simpatia e mau humor, sou malícia e inocência. Sou feita de ciúmes, ignorância, meiguice, ironia e sarcasmo. Sou cheia de frescuras, manias e afins. Sou egoísta quando se trata das pessoas que amo. Sou preguiça e ansiedade. Enfim, sou complicada demais.
Medo. É a palavra que mais me assusta por enquanto. É. Tenho medo do medo. Não é assim, medo, medo. É medo. Medo de perder tudo que eu tenho. Medo de sentir saudade. Medo de amar demais e não ser correspondido. Medo de sofrer. Medo de deixar as lágrimas caírem enquanto eu tenho que sorrir… tudo isso me da medo. Então, ultimamente, estou sentindo medo do medo… mas uma coisa é certa. Seria bem melhor ter medo de bicho do que ter medo de sentimento.
Fingimos que esquecemos porque queremos ser maduros, fingimos que superamos porque queremos ser fortes, fingimos que estamos bem porque não gostamos de ser julgados, fingimos que não doeu para evitar a real dor, fingimos o tempo todo que a gente esqueceu, mas fingir que acreditamos nas nossas próprias mentiras nunca foi tão fácil assim.
Seja quais forem as consequências, uma hora a gente tem que soltar tudo aquilo que está entalado na garganta pra poder se sentir um pouco mais aliviado.
Sou sim muito boba, muito apegada, muito mandona, muito chorona, muito carente, muito ciumenta, muito irritante, muito chata, muito persistente, muito grossa, as vezes muito fofa, e falo muito, Sou muito de muitas coisas, porque pouco pra mim de nada vale, ou é tudo ou é nada.
Homem é igual a biscoito: vai um, vêm 18. Depois eu compreendi tudo sobre essa teoria. Funciona assim: quando a gente tá carente, sozinha, solteira e sai ligando pra todos os paqueras, ex-namorados, rolos e afins, ninguém te quer, não é? Pois é. Essa é a primeira fase: tocos em profusão. Na segunda fase, a gente resolve que não precisa de homem nenhum para ficar bem, e aí aparece um só para contradizer nossa certeza da auto-suficiência. Vem todo carinhoso, romântico, paparicante… A gente baixa a guarda, começa a sair com o cara, percebe que ele é interessante, resolve ver no que dá. E aí o que acontece? Entra na fase 3 a Teoria do Biscoito. Chega um momento em que tu sente que a historinha tá evoluindo pra um possível compromisso, só que aí, neste exato momento, todos os outros que te dispensaram antes começam a te ligar. Parece que eles farejam no ar, que combinam entre si.
Saudade eu tenho do que não nos coube. Lamento apenas o desconhecimento daquilo que não deu tempo de repartir, você não saboreou meu suor, eu não lhe provei as lágrimas. É no líquido que somos desvendados. No gosto das coisas o amor se reconhece. O meu pior e o seu melhor, ficaram sem ser apresentados.
Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. Você é o que ninguém vê.