sábado, 26 de maio de 2012
E as palavras vão fazendo passeios ao redor de mim.
Esta confusão, esse bem-me-quer-mal-me-quer das palavras… Estes dias que você não vem, que os telefones não tocam e os correios parecem ter cerrados as portas. Moro em uma ilha no meio da cidade: pega um barco e vem. Moro pertinho de ti, que não me abre a porta. E as palavras vão fazendo passeios ao redor de mim, montando a maior festa no meu peito gelado e doente. Não me sorria mais; cada sorriso seu forma uma rima em mim. Eu não quero mais te dever poesias.
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