Quantas chances de viver loucuras memoráveis a gente desperdiça com essa mania besta de pensar demais?!

Prefiro correr riscos do que me arrepender de não ter feito nada!


Abraça o que te faz sorrir!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Não grite alto a sua felicidade...

Prefiro os que têm estoque aos que deixam tudo à mostra na vitrine."

Custamos a respeitar as dores invisíveis!

Parece absurdo que alguém possa sofrer num dia de céu azul, na beira do mar, numa festa, num bar. Parece exagero dizer que alguém que leve uma pancada na cabeça sofrerá menos do que alguém que for demitido. Onde está o hematoma causado pelo desemprego, onde está a cicatriz da fome, onde está o gesso imobilizando a dor de um preconceito? Custamos a respeitar as dores invisíveis, para as quais não existem prontos-socorros. Não adianta assoprar que não passa. Tenho um respeito tremendo por quem sofre em silêncio, principalmente pelos que sofrem por amor.
-Martha Medeiros

Tem uma pitada de muitas coisas.

Amor pra mim é aquela vontade da gente se fundir com o outro até o mundo terminar. Tem um quê de desespero, pois a gente tem medo da perda. Tem um quê de descontrole, pois ninguém tem domínio de um sentimento tão puro quanto esse. Tem um quê de coragem, porque a gente passa por cima de muitas coisas. Tem um quê de paciência. Tem um quê de cumplicidade. Tem um quê de segredo. Tem uma pitada de muitas coisas.

Que sejam protegidos todos os que ouvem muito além do que as palavras podem dizer!

"Que os sensíveis sejam também protegidos. Que sejam protegidos todos os que vêem muito além das aparências. Todos os que ouvem bem pra lá de qualquer palavra. Todos os que bordam maciez no tecido áspero do cotidiano." 
— Ana Jácomo.

Alguém que nos acolha, que nos traga um sorriso gratuito

"Crescer é utilizar melhor o tempo que resta. Cansei de amores de meia página. Amizades com meia dúzia de letras não me satisfazem mais. Com o passar do tempo, a gente quer sossego e tranquilidade que rodopia. Alguém que nos acolha, que nos traga um sorriso gratuito, que dê um abraço que deixa sem ar, que o abraço sem ar seja mudo e que tenha a seguinte legenda “olha, eu estou aqui bem aqui pertinho de você, não fica com medo não”.

Bem que eu queria ter o poder de esvaziar a mente.


Não adianta brigar, se invocar, bater o pé, fazer beiço, cara feia e levar tudo ao pé da letra. A vida da gente precisa ter leveza. Fácil falar, difícil fazer (eu bem sei). Mas, sabe, andei pensando sobre as pequenices. A gente briga por coisas tão pequenas e insignificantes. Deixa passar, deixa pra lá. Azar se o cara meteu o carro na sua frente, deixa ele. E daí se aquela mulher furou a fila? Deixa ela ser mal educada. Não sou eu que tenho que meter o dedo na cara dela e dizer que ela não tem educação. A gente não é professor nem juiz nem nada disso.
Falta de educação e delicadeza me tiram do sério. Mas eu já fui mal educada e indelicada tantas vezes (quem nunca foi?). A gente não é uma pintura perfeita, uma escultura sem falhas. Não somos arte, somos impuros e precisamos de retoque a todo instante. E ninguém tem o direito de invadir o espaço do outro, a vida alheia. Ninguém tem o direito de dizer pra você o que você deve fazer, a não ser que seja seu amigo e te conheça bem. Porque amigo pode, amigo tem direito, amigo tem carta branca.
Quando a gente tem trinta anos começa a pensar que não adianta se estressar por pouca coisa. O único incomodado da história toda vai ser você. Além disso, tem o gasto em terapia, cosméticos, tinta pra cabelo, vodca e tarja preta. Será que vale mesmo a pena? Deixa pra lá, deixa passar, deixa rolar, deixa rodar. A vida da gente vale mais do que qualquer chatice diária.
É claro que ninguém é Dalai Lama all the time. É impossível ser sereno, contido e paciente vinte e quatro horas por dia. Mas é preciso fazer algumas escolhas. Agora, eu penso assim: isso vale uma marquinha de expressão? Isso vale uma noite de insônia? Isso vale a minha paz? Não, então tchau. Entende? A gente que escolhe o que vai ficar na cabeça. O que está ao meu alcance, o que depende de mim eu posso fazer. Mas o que depende dos outros, bom, aí é com eles. Não posso me estressar por outra pessoa. Mesmo porque já tenho minhas preocupações constantes. Bem que eu queria ter o poder de esvaziar a mente. Se algum dia isso acontecer, pode deixar, te explico direitinho como funciona. Por enquanto, vamos tentar desperdiçar energia no que realmente vale a pena. O resto é só o resto e de resto ninguém vive, meu bem!

estou ali: escrita.



"Não tem jeito. Palavras ditam minha ordem. Moldam meus capítulos. Me mostram quem sou. (E quem, na verdade, eu poderia ser). Ao escrever, tudo torna-se possível. É meu reino imaginário, onde vez por outra encontro traços reais de mim mesma. Em palavras, eu me encontro. É a hora onde eu me sinto mais livre. Mais completa. E descubro as minhas diversas faces. Fases. E frases. Em versos, percebo meus lados incertos. Inversos. Minhas dúvidas, devaneios e reticências… E, mesmo que me assustem, estou ali: escrita. Pronta para me ler. Reler. E me editar. É, escrever, para mim, é meu melhor exercício. De autoaprendizado. De humildade. De aceitação. É minha terapia gratuita, tendo – como psicóloga – a mais travessa das filósofas: a literatura."
— Fernanda Mello.

não sou o tipo certo de pessoa para dar conselhos.

Confesso que não sou o tipo certo de pessoa para dar conselhos. E particularmente, acho que um abraço apertado é bem mais sincero do que uma troca de palavras jogadas numa conversa relutante, à procura de explicações para perguntas sem respostas.”

O mundo é seu.

Acorda, toma um café, penteia esse cabelo e saiba que você não precisa de mais ninguém para ser feliz. O mundo é seu.”

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor

Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós. A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer. Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer. Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso. Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado. Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo.Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre. E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor. E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa idéia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro.Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita."

Você consegue enxergar o infinito, se quiser.

O melhor do passado é a inocência. O não-saber. É tão simples ser criança, você é o que você quiser, até quando você quiser, sem essa história de que não vai conseguir. Você consegue voar, se quiser. Mas não consegue se imaginar voando. Persistência é uma meta. A gente se acostuma com o possível, ninguém quer ir além. Você consegue enxergar o infinito, se quiser. Mas não consegue olhar um palmo a sua frente. A gente é o que almeja. Aos olhos de uma criança, o mundo é uma bola azul. Aos olhos de um adulto, nem uma bola é. Tudo é o que nós queremos. Mas às vezes, a gente nem sabe o que quer. Pior do que não conseguir algo que se quer tanto, é nem ter algo para se querer."

e me leve pra voar em seus sonhos

Então cola o teu corpo no meu e me abraça, assim como as nuvens abraçam a montanha e a deixam envolvida e protegida, respira o meu ar e chore as minhas lágrimas, seja meu, assim como eu sou tua e me ame. Me conte seus segredos e não minta pra mim, fale besteira e com seu sorriso bobo olhe para baixo com vergonha, me faça ser quem eu sou e me leve pra voar em seus sonhos, me deixe tocar as estrelas, me prove que a vida é mais do que esta a minha frente e me ame. Me faça sorrir enquanto eu choro, me faça calar enquanto eu grito, brigue comigo e depois me beije, me tire o folego quando eu já não conseguir respirar, faça eu me apaixonar de uma forma diferente a cada dia, e me ame. Porque aí, seremos apenas um, e aí eu irei te amar, não só hoje, mas sempre."

PERMITA-SE!

"Quando foi a última vez que você tomou banho de chuva sem se preocupar com o celular no bolso, os cartões do banco, a chapinha, o sapato que não pode molhar? As pessoas têm que se permitir. Aprender o atraso, o olhar em volta. Mudar o caminho de todos os dias e se perder no seu próprio bairro. É o que tenho feito, me perdido. E devo dizer que estou muito feliz por não encontrar o caminho de volta."

Pra você, todo o meu amor."

"Pra você, cafuné, beijo na testa e café na cama. Pra você, todos os meus sorrisos, os sinceros. E por você, transformo aquele domingo cinzento e chuvoso em sessão de cinema debaixo do cobertor. Pra você, dou ombro pra chorar, abraço apertado pra confortar, conto piada boba só pra fazer sorrir. Pra você, o meu melhor lado. Pra você, todo o meu amor."

não existe um só pensamento que eu não lembre de você e sorria

"Você é complicado. Orgulhoso. Um tanto quanto rude. Não gosta de demonstrar sentimentos: o famoso-coração-de-pedra. E, de certo, devo te enjoar com as minhas tantas palavras de amor que são direcionadas a você. — Se é que tens consciência disso. — Você é todo errado, sabe? Cheio de controvérsias. E está muito longe (ou nem tanto) de ser alguém que eu queira ao meu lado, escrevendo não somente mais algumas poucas linhas na minha história, mas de fato, sendo-a. Mas não existe uma só noite que eu não faça planos pra nós dois. Não existe um só pensamento que eu não lembre de você e sorria… Só pela tua existência. Não existe um só momento que eu não queira morar em teus braços e me envolver em teu perfume. Não existe um só dia que eu não queira ser tua, tão somente tua… E tê-lo apenas para mim."

Sobre o amor?

 Amor é não querer desligar-se nunca do abraço. É sentir saudade todos os dias, inventar assunto pra não ter que desligar o telefone. É xingar. Rir de chorar. É alertar, preocupar. É dividir cobertor, espaço na cadeira de balanço ou um pedaço do sofá pequeno. É esquentar a mão, fazer cafuné, dormir no colo um do outro. Amor é saber esperar, esperar esper… É não saber se explicar. Sentir medo, ser cúmplice, ter coragem. É sair de casa no meio da noite e se encontrar escondido. É sonhar a semana toda com o fim de semana e o mesmo cheiro, o mesmo abraço, o mesmo beijo. É dar gargalhadas, colocar de castigo, estralar os dedos um do outro, mesmo sabendo que isso vai doer. É provocar, morder a bochecha e lamber o nariz. É fazer cara de nojo, pirraça, chantagem. É agradar. Não ter medidas. É não cansar. Não cansar da voz, do desespero, da rotina. É ter alguém, um amigo, um fonte, uma força. É ter você. É ser a gente."

e eu serei somente sua.

Meu coração é meio bobo. Me chama de princesa, que eu derreto. Me chama de pequena, que eu me apaixono. Me chama de querida, que eu adoro. Me chama de anjo, que eu cuidarei de você como um. Me chama de doce, e eu adoçarei a sua vida. Me chama de amor, e eu vou te amar. Me chama de linda, que eu tentarei fazer sua vida mais bonita. Me chama de sua Julieta, e você será o meu Romeu. Me chama de bebê, e eu deixarei que você cuide de mim. Mas me chama de minha, e eu serei somente sua.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

porque eu tenho opinião própria

Eu nasci, não fui fabricada. Então não ache que eu sou perfeita, porque eu não sou e nem quero ser. Eu sou humana, erro e acerto, rio e choro, falo e me calo e faço tudo isso enquanto você fica ai me julgando. Na boa, eu não vou ligar para o que você pensa de mim, e muitos menos MUDAR por você, porque eu tenho opinião própria, e se eu for parar de viver a vida do jeito que eu quero para fazer aquilo que você acha que é certo pra mim eu vou acabar virando alguém como você, e isso não chegou perto de ser um sonho meu. Porque mesmo com os meus erros eu tenho muito orgulho de ser quem eu sou, eu sei quem eu sou, e nada nem ninguém vai mudar isso, nem mesmo você. Porque eu não sigo os seus comandos, eu não sou seu robô.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Acredito que tudo que vem rápido demais vai embora com a mesma velocidade.

Acredito que a gente só aprende dando cabeçadas na vida. Que a gente só aprende com as próprias experiências. Acredito que as atitudes contam muito mais do que as palavras. Acredito que a gente deve conhecer uma pessoa antes de se apaixonar e não o contrário. Acredito que tudo que vem rápido demais vai embora com a mesma velocidade. Acredito que a gente só tem uma chance na vida de fazer uma grande merda. Acredito que perder a confiança é como quebrar um vaso: você pode até conseguir colar, mas vai ser sempre um vaso colado.

estado agudo de felicidade

É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade .

Geralmente sofremos quando esperamos algo de alguém

Nem sempre meu sorriso foi verdadeiro, nem sempre as escolhas que fiz foram as corretas, nem sempre as pessoas que escolhi permaneceram do meu lado, nem sempre meu sonho se realizou, nem sempre minha opinião foi aceita, nem sempre fiz o que quis. Não vivemos exatamente o que sonhamos, vivemos o que cativamos, o que nos foi guardado, o que merecemos. Geralmente sofremos quando esperamos algo de alguém; o ideal é não esperar nada de ninguém, e se surpreender com cadα ato, cada inesperado tão esperado ocultamente. Esquecemos que estes são humanos, e como tal, erram. todos nós somos felizes e para todos nós o sol continua brilhando; devemos saber perder. Devemos viver e aproveitar o que nos foi oferecido, sem mais demais, e apesar de todos os apesares!

Cada um é o que pensa ser!

Depois que descobri em mim mesma como é que se pensava, nunca mais pude acreditar nos pensamentos dos outros...

Sempre!

Ria pra mim, ria de mim, ria comigo. Das minhas piadas, do meu jeito, dos meus defeitos. Ria do que quiser, mas sempre me dê um sorriso

Chorar litros… Sorrir mares.

As vezes digo o que não quero dizer!


Por trás do meu adeus tem um “quero ficar”. Por trás do meu vá embora tem um “fica aqui”. Por trás do meu te odeio tem um “eu te amo” e por trás da palavra amor está seu nome bordado de estrelas.
— Caio Augusto Leite

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Exagerada toda a vida:

 minhas paixões são ardentes; minhas dores de cotovelo, de querer morrer; louca do tipo desvairada; briguenta de tô de mal pra sempre; durmo treze horas seguidas; meus amigos são semi-irmãos; meus amores são sempre eternos e meus dramas, mexicanos.
Foto: Tá perdendo a linha, descendo na balada, com o dedinho na boca, ela ta pirada.